sexta-feira, 3 de julho de 2026

Realização humana, Saúde Mental e Educação Ambiental




Qual a relação entre nosso trabalho sore saúde metal e Realização humana com o Meio ambiente e a Educação Ambiental? 


Realização é o pleno desenvolvimento do nosso potencial coo seres humanos. Ser tudo o que podemos ser. Viver o máximo de expansão, aprendizados, prosperidade, felicidade, relacionamentos de qualidade. Para isso, precisamos cuidar da nossa saúde metal. Fazer terapia, limpar nossos traumas e violências do passado e do presente, buscar viver uma vida mais equilibrada, aprender a respeitar a si mesmo, amar e cuidar de você mesmo, você mesma. Fazer atividade física, dormir e se alimentar com qualidade, procurar boas leituras, músicas, lazeres, praticar o bem viver.


Tudo isso porém só encontrará pleo sentido quando percebemos que vivemos mergulhados em um ambiente onde a vida lá fora espelha e reflete a vida aqui dentro. Não acredito que seja possível viver a Realização ou mesmo a Saúde mental trancado dentro de um apartamento, vivendo de telas e de consumismo.


E se, ao sairmos para buscar lá fora um ambiente saudável, para fazer uma caminhada, para um lazer ou passeio, e só encontramos lixo, um meio ambiente destruído, um calor sem fim, tudo isso afeta seriamente nossa qualidade de vida. Sem contar nas outras desregulações como o perigo, a violência, a desigualdade social.


Nós somos a vida lá fora. A vida da Terra afeta diretamente a vida aqui dentro de nós. Nossa Realização humana plena só é possível se tivermos um contato saudável com a Natureza. E isso só será possível se a própria natureza estiver saudável.


Acredito, ainda, que, se nós buscarmos desde cedo colocar as crianças em contato com a Natureza, elas vão se importar e querer cuidar, terão mais consciência e gerarão ações no sentido de preservação ambiental e sustentabilidade. Mas nós também temos o dever de amar e cuidar, buscar e viver juntos com a natureza, buscar nossa Realização e saúde mental em união com a busca por um meio ambiente saudável para todos.


Pedro Possidonio

Psicólogo. Educador. Escritor.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Consumismo, Ostentação e Preservação ambiental

 


Já sabemos que vivemos em uma sociedade extremamente consumista. Todos os anos, milhões de produtos são descartados nos aterros sanitários, nos rios e lagos, montanhas de lixo vão se formado nos oceanos. Tenho a esperança de que, no futuro próximo, existirão cada vez mais projetos como as ecobarreiras, que filtram o lixo dos rios, e que métodos funcionais de eliminação do plástico irão mudar o cenário ambiental no planeta. Porém, vale sempre dizermos uma palavra sobre o papel de cada um de nós nessa luta pela nossa preservação ambiental.


Vivemos numa sociedade que estimula o hiperconsumismo. Através das propagadas, a sociedade nos estimula a consumir cada vez mais o que precisamos, o que achamos que precisamos, e até o que não precisamos. Não cabe mais em casa? Joga fora no lixo. E assim vivemos, esquecidos de que, em relação ao planeta, não existe fora. Vale lembrar que os aterros sanitários ficam sobre o solo, o lixo contamina a terra. Além disso, toneladas de lixo vão parar nos rios e oceanos, afetando toda a vida na Terra.


Por outro lado, não podemos simplesmente negar a ordem capitalista e não participar do jogo. Decidir que não vamos mais consumir. Não, não dá. Precisamos, porém, refletir sobre o excesso do consumo. Papel? Vem das árvores, que tal evitar? Vai comprar mais coisas para sua casa? Será que cabe? Será que precisamos de tantos objetos? Vai jogar fora coisas que ainda estão boas só para colocar novas? Será que precisamos de tudo isso que temos acumulado? Este excesso tem matado a vida no planeta.


Outro comportamento que está no cerne do capitalismo contemporâneo é o que chamamos de ostentação. As pessoas procuram parecer ser o que não são: ser mais ricas, mais bem-sucedidas, além de aparentar que vivem uma vida espetacular de festas, baladas, viagens, tudo muitas vezes sem realmente aproveitar o momento, apenas procurando os melhores ângulos, para postar, para o outro ver, para receber curtidas, para preencher nosso vazio com likes. E, assim, a saúde do nosso planeta e mesmo a nossa saúde mental vai ficando para escanteio. É a Sociedade do Espetáculo. Queremos mostrar que temos o que não temos, para mostrar para pessoas que não gostam da gente que somos aquilo que na verdade não somos. Dá pra imaginar como seria curtir um lugar sem ficar fotografando e postado o tempo todo? 


Cuidar de si e da sua saúde, respeitar o próprio ritmo, respeitar o ritmo da natureza. Incentivar em nível de políticas públicas projetos de limpeza dos rios, matas e mares, vibrar com o descobrimento de micro-organismos que consomem o plástico, incentivar projetos de preservação ambiental, energias renováveis, verdadeiramente se importar e querer que a mudança ocorra para um planeta mais sustentável. Tudo isso deve ser feito para vivermos um planeta melhor para todos nós, seres vivos.


Pedro Possidonio 

Psicólogo,  Educador, Escritor 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Atividades em Contato com a Natureza




Sempre que procura o lazer e o descanso, o ser humano vai procurar a natureza. Consciente ou inconscientemente, de alguma forma sabemos que é lá onde recarregamos nossas energias. Seja no final de semana, nas férias, seja na praia ou na matas verdes, a Natureza é o refúgio que procuramos para nossa recuperação, feriados, bem estar e descanso. No entanto, a busca pela natureza muitas vezes vem acompanhada de atitudes que podem ser prejudiciais a nós mesmos e aos outros.
 
A primeira dessas atividades é o consumo excessivo de álcool, tóxicos ou até mesmo a comida em excesso. Parece que não sabemos curtir a beleza do lugar sem nos empanturrar ou anestesiar de alguma forma. Outra reflexão que faço é sobre as caixinhas de som, altas, barulhentas, atrapalhando o descanso alheio. Ah, mas e meu direito de fazer o que quiser? De ouvir o que quiser? Esse direito deveria terminar onde começa o direito do outro ao silêncio, ao repouso. Além do mais, o barulho excessivo prejudica a fauna e a flora locais. Mas parece que o ser humano é viciado em agitação, barulho, comida, bebida, e, assim, não consegue sequer perceber e receber a harmonia da natureza. Precisamos desintoxicar nossos sentidos e aprender a perceber o silêncio, a sutileza, a beleza, a harmonia que está lá a nossa volta. Deixa a música pra depois, ela estará lá, no streaming esperando você, aproveita e curte o mar, curte a cachoeira que não dá pra curtir em outro momento, curte o por do sol e a beleza do lugar.
 
Outra dica que eu sempre dou das pessoas procurarem a natureza para fazerem suas atividades físicas. Que tal se ao invés de sempre caminhar em volta da mesma praça a gente procurasse caminhar ao redor  de um lago, ou numa praia, ou num parque com área verde e vegetação nativa? Mesmo nas grandes capitais existem muitos locais assim para explorar e conhecer, e não estou falando de ir todo dia, mas, quem sabe, uma vez por mês, ou, para os mais dispostos, uma vez por semana. Cada encontro com a natureza sempre nos revela uma surpresa, a natureza senpre nos mostra algo novo.
 
Além disso, podemos aprender a conhecer atividades específicas que só podem ser praticadas em contato com o meio ambiente como as trilhas, o birdwatching, a permacultura, dentre diversos esportes como o surf, a corrida de orientação, entre outros. Cada pessoa pode encontrar uma ou mais formas de curtir a natureza de uma maneira saudável, que resulte em mais saúde e plenitude para ela mesma, mas também pensando e incluindo o próprio meio ambiente, sua preservação, o cuidado com os animais e vegetais do local. Assim, acredito, uma vida mais saudável e integral é possível!
 
 
Pedro Possidonio

Psicólogo, Educador, Escritor.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Vida na Natureza e Saúde Mental


Várias pesquisas indicam que nossa saúde mental está intimamente relacionada com nosso contato com a natureza.


Com o desenvolvimento da sociedade humana, saímos de uma vida no campo, nos sertões, nas matas e passamos a viver nas cidades, centros humanos que representam para as populações uma melhor oferta de trabalho, serviços, em uma época inicial também representavam uma melhor qualidade de vida. As cidades eram também receptáculo de projeções e sonhos humanos de sucesso e ascensão para as classes médias e até mais baixas. Através do trabalho, o homem da cidade poderia conquistar a própria vida, dignidade e, quem sabe, construir o sucesso de vida, muitas vezes confundido com sucesso financeiro.


Hoje, porém, o cenário vem apresentando nuances diferentes. Nosso afastamento do campo para as cidades tem representado adoecimento. O remédio? Contato com a natureza. Muitas gerações buscaram a natureza aos finais de semana em casas de praia ou de veraneio. Porém, hoje, alguns mais jovens já começam a idealizar uma vida mais afastada dos grandes centros, em cidades do interior com menos habitantes e mais natureza.


Acredito que contribui para isso o fato de serviços como energia, água, Internet e até mesmo serviços postais terem se expandido e conseguido chegar a muitas dessas cidades de interior. Além disso, com a Internet e os trabalhos online, a fronteira da moradia próxima ao trabalho foi superada. Tendo uma boa conexão com a web, se pode trabalhar ou estudar de praticamente qualquer lugar do mundo. Ao fim do expediente se tem a natureza ao abrir de uma janela ou a alguns passos de onde se vive. 


Vida calma, segurança, simplicidade. Uma verdadeira harmonia. Essas são as promessas de uma nova vida nos lugarejos mais afastados. Além de ter ao seu redor a beleza da natureza. E você? Prefere viver na comodidade das grandes cidades ou largaria tudo para viver uma vida simples no campo, mais conectada à natureza? A resposta ajuda a apontar o caminho de Realização de cada um.


Pedro Possidonio 

Psicólogo, Educador, Escritor 

Educação Ambiental




Vivemos num estágio da nossa sociedade em que atravessamos uma crise global. Algumas de suas características são o hipercapitalismo, a sociedade de consumo, a fragmentação de leis trabalhistas e ambientais, o uso desenfreado do solo, e tudo isso aponta para o risco de uma grave emergência de proporções nunca antes vistas, com uma importante parcela de caráter ambiental. 


Em vários lugares já se nota mudanças no clima, chuvas em excesso, ondas de calor, derretimento de geleiras, espécies animais e vegetais ameaçadas.


Porém, apesar de seu potencial destruidor, o ser humano é o único animal que é capaz de salvar o meio ambiente e o planeta em que vivemos. Somos a única espécie capaz de refletir sobre o impacto de nossas atitudes para esta e para as próximas gerações.


Através da Educação Ambiental, podemos ensinar o ser humano de diferentes idades a importâncida natureza, a conexão de tudo com tudo, a inter-relação de nossa espécie humana com todas as espécies animais e vegetais do planeta. A vida é um todo, um sistema. E tudo o que acontece com esse sistema é capaz de afetar a todas as partes. No fim, afetar nossas vidas.


Queremos viver num mundo de escassez? De doença? De poluição? Ou seremos capazes de reinventar nosso modelo civilizatorio? De salvar a biodiversidade de cuidar das outras espécies de vegetais e animais com as quais compartilhamos o planeta? De garantir recursos como água, ar e solo saudáveis para nossos filhos e netos?


No fim, essas perguntas apontam para a continuação ou não da própria espécie humana. Os animais gigantes como os dinossauros reinaram sobre a Terra por milhões de anos, mas, após sua catástrofe ambiental, a Terra se refez. Ela tem sua inteligência própria e capacidade de auto organização. Ela se reinventa e se reequilibra. Mas os dinossauros não puderam ver. E nós? iremos presenciar as próximas eras de nosso planeta? Ou entraremos para o Hall dos extintos?


Para a manutenção da nossa própria espécie humana, precisamos cuidar da vida na Terra, e aprender a ver essa vida como um todo, e não só salvar pequenos pedacinhos dela. Nossa sobrevivência está dependendo disto. Assim, a Educação Ambiental assume uma relevância fundamental educação das gerações de hoje.



Pedro Possidonio

Psicólogo,  Educador, Escritor. 

sexta-feira, 4 de abril de 2025

Sugestões de Psicologia




Deixo aqui a indicação de livros e autores para quem está iniciando na Psicologia ou mesmo pacientes que estão iniciando terapia e sao interessados na leitura e aprofundamento das questões existenciais e de autoconhecimento. 


Quando eu indico um livro, você também pode buscar outros livros do autor e, nos casos dos autores vivos, também suas palestras no YouTube. Alguns desses livros já coloquei nas outras indicações, mas deixo aqui este compilado geral da Psicologia, ressaltando que se trata de autores da minha visão e formação.


1. Irvin Yalom, Os desafios da Terapia.

2. Jung, O homem e seus Símbolos.

3. Freud, 5 Lições de Psicanálise 

4. J.D.Nasio, Sim! A Psicanálise Cura

5. Viktor Frankl, Vontade de Sentido.

6. Marcos Lacerda, Amar-se, uma viagem em busca de si mesmo.

7. Christian Dunker, a Reinvenção da Intimidade

8. Ana Suy, a gente mira no Amor e acerta na Solidão. 

9. Martin Seligman, Felicidade Autêntica.

10. Pierre Weil e outros, Normose, a Patologia da Normalidade.

11. M.L. Von Franz, A Busca do Sentido. 

12. Nise da Silveira, Jung, Vida e Obra.



Deixe suas dúvidas, sugestões de livros e comentários! Agradeço sua visita!


Atenciosamente, 

Pedro Possidonio. 

Psicólogo. 

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

Como criar uma nova vida




Nossa vida é um reflexo das nossas ações, dos nossos pensamentos, das nossas crenças, daquilo que somos. Para mudar de vida, precisamos conhecer essas várias dimensões de nós e como as transformar. Mas aqui vão algumas dicas.

1. Escreva sobre suas emoções. Escrever é EX-pressar, colocar pra fora.

2. Procure ler sobre assuntos do seu interesse, leia sobre seu crescimento pessoal e profissional. (Conheça aqui nossas sugestões de leitura.)

3. Escute podcasts sobre os temas do seu interesse, para crescimento pessoal e profissional. 

4. Aproveite seu tempo na Internet com consciência, veja bons vídeos, áudios, leituras, pois são sementes que plantamos na nossa mente inconsciente, e vamos colher multiplicado.

5. Veja vídeos que promovam o seu crescimento pessoal, espiritual,  profissional,  emocional. (Conheça nossas sugestões de vídeos aqui).

6. Pratique meditação ou Mindfulness. (Saiba mais aqui).

7. Reprograme sua mente com frases de afirmação, aqui no blog tem vários textos sobre isso. (Leia mais clicando aqui).

8. Crie um quadro da visão, e o veja todos os dias, baixe fotos das coisas que você quer viver, pois vai plantar essas sementes na sua mente mais profunda.

9. Busque contato com a Natureza. Além de salutar, ela está sempre se modificando, inovando, criando. Faça isso de maneira segura.

10. Vá a lugares que não costuma ir, faça coisas que não costuma fazer.

11. Faça cursos, treinamentos, capacitações. Seja na sua área profissional ou em temas de interesse.

12. Dedicar-se a um hobby não é perda de tempo, e sim faz bem para a saúde mental. Mesmo que a sociedade diga que é inútil a arte a música, o lazer.

13. Busque Autoconhecimento e, se precisar, ajuda com uma terapia.


Saiba mais sobre nosso trabalho no link abaixo.

https://meuairgo.com.br/pedropossidonio


Pedro Igor Possidonio Almeida 

CRP 11/09213.


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